Biossegurança ambiental é o conjunto de medidas, normas e práticas destinadas a prevenir, controlar e mitigar riscos decorrentes do uso de organismos vivos, modificados ou não, que possam afetar negativamente ecossistemas e a saúde humana. Abrange o manejo de organismos geneticamente modificados, laboratórios, biotérios, introdução de espécies exóticas, manejo de resíduos biológicos e pesquisas em biotecnologia. A biossegurança ambiental busca equilibrar inovação científica e tecnológica com proteção da biodiversidade, em diálogo com Biotecnologia e Bioinovação e com Biodiversidade e Espécies.
No pilar ambiental, evita contaminações, desequilíbrios ecológicos e disseminação de organismos invasores ou patógenos. No pilar social, protege trabalhadores, comunidades e consumidores, garantindo transparência e participação nas decisões sobre riscos biotecnológicos, em sintonia com Diversidade, Igualdade e Direitos Humanos. No pilar econômico, reduz custos associados a acidentes, fortalece cadeias produtivas responsáveis e cria confiança social na ciência.
No Brasil, comissões de biossegurança, normas específicas para OGMs e protocolos em instituições de pesquisa e saúde compõem a arquitetura de biossegurança ambiental, associada a acordos internacionais sobre diversidade biológica e segurança da biotecnologia.
Links relacionados
- Biotecnologia e Bioinovação
- Biodiversidade e Espécies
- Agrotóxicos, Fertilizantes e Biotecnologia Agrícola
- Diversidade, Igualdade e Direitos Humanos

