Exemplo: por que chove? ou só chuva.
O que é o preço mínimo da sociobiodiversidade?
Açaí, castanha, babaçu, pequi, umbu. Muitos produtos que vêm da floresta e do cerrado são colhidos por extrativistas, pessoas que vivem de coletar produtos da natureza. Para proteger a renda dessas pessoas, o governo federal fixa todo ano um preço mínimo para alguns desses produtos.
Quais produtos
O programa se chama Sociobio Mais e garante um preço mínimo para 17 produtos extrativistas. Entre eles estão o açaí, a castanha, o babaçu, o baru, a borracha natural, o buriti, o pequi, o pinhão, o umbu e o pirarucu de manejo. Fonte: Conab, Sociobiodiversidade.
Podem participar extrativistas, agricultores familiares, pescadores artesanais, povos indígenas e comunidades quilombolas, entre outros. Fonte: Conab, Sociobiodiversidade.
Como funciona
Se o extrativista vende o produto por menos que o preço mínimo, o governo pode pagar a diferença, seguindo regras e limites. A conta usa a quantidade e o preço que aparecem na nota fiscal:
pagamento = quantidade vendida × (preço mínimo − preço de venda)
Fonte: Conab, Portaria Interministerial nº 13, de 14 de janeiro de 2026.
Por exemplo, em 2026 o preço mínimo do açaí no Norte e no Nordeste é de R$ 2,28 por quilo. Fonte: Conab, Portaria Mapa nº 868, de 1º de dezembro de 2025 (preços mínimos de 2026). Se alguém vendesse 500 quilos a R$ 2,00, receberia 500 × (2,28 − 2,00) = R$ 140. Esse exemplo é só uma conta para mostrar a regra.
Quem decide os preços
A Conab prepara uma proposta. Depois, os preços são definidos pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, pelo Ministério da Fazenda e pelo Conselho Monetário Nacional. Fonte: Conab, Política de Garantia de Preços Mínimos.
Para conhecer melhor quem vive do extrativismo, os adultos podem ler Extrativistas: seringueiros, castanheiros e o ofício na floresta. Sobre o preço mínimo, leia Preço mínimo da sociobiodiversidade: como o extrativista recebe a diferença.
:::adultos Para pais e professores: guia de aula Algodão, milho e preço mínimo :::
