Celulares velhos, carregadores, fones, computadores, televisões, brinquedos com pilha e eletrodomésticos quebrados viram lixo eletrônico quando são jogados fora.
Esse tipo de lixo é especial por dois motivos. Ele tem materiais valiosos, como cobre, ouro e outros metais, que podem ser recuperados. E tem substâncias perigosas, que fazem mal à saúde e ao ambiente se o aparelho for quebrado, queimado ou largado num lixão.
Você sabia?
Em 2022, o mundo produziu 62 milhões de toneladas de lixo eletrônico, quase 8 quilos por pessoa. Só cerca de 22% disso foi recolhido e reciclado de forma registrada. Fonte: UIT e Unitar, The Global E-waste Monitor 2024.
Por isso, lixo eletrônico não deve ir para o saco de lixo comum. No Brasil, a lei obriga fabricantes e lojas a recebê-lo de volta e dar a ele um destino adequado. Há pontos de entrega em lojas, supermercados e prefeituras.
A quantidade cresce depressa, porque compramos cada vez mais aparelhos e os trocamos com frequência. A previsão é chegar a 82 milhões de toneladas por ano em 2030. Consertar, doar e usar um aparelho por mais tempo também diminui esse lixo.
Para pais e professores: guia de aula Do lixão ao mar: o lixo que não volta
