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Atualizado em: 29/10/2026
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John Bannister Goodenough (1922-2023) foi um físico americano, professor da Universidade do Texas em Austin. Dividiu o Prêmio Nobel de Química de 2019 com Stanley Whittingham e Akira Yoshino, “pelo desenvolvimento das baterias de íon-lítio”, as baterias recarregáveis de celulares, computadores e carros elétricos (Nobel Prize).
Ficha
| Nascimento | 25 de julho de 1922, em Jena, Alemanha, filho de pais americanos |
|---|---|
| Morte | 25 de junho de 2023, em Austin, Texas, EUA, aos 100 anos |
| Formação | Matemática em Yale (1943); doutorado em Física na Universidade de Chicago, orientado por Clarence Zener (estudos de 1946 a 1951) |
| Guerra | meteorologista do Exército dos EUA na Segunda Guerra Mundial; terminou como capitão |
| Carreira | Laboratório Lincoln, do MIT (até cerca de 1970); chefe do Laboratório de Química Inorgânica de Oxford (fim dos anos 1970 e começo dos 1980); Universidade do Texas em Austin (desde 1986) |
| Prêmios | Prêmio Japão (2001); Nobel de Química (2019) |
Fontes da ficha: Nobel Prize, biografia; Nobel Prize, fatos; Japan Prize, 2001.
Linha do tempo
| Ano | Fato | Fonte |
|---|---|---|
| 1922 | nasce em Jena, Alemanha, em 25 de julho | Nobel Prize |
| 1943 | forma-se em Matemática em Yale e é chamado ao serviço militar | Nobel Prize, biografia |
| 1946 a 1951 | pós-graduação em física na Universidade de Chicago | Nobel Prize, biografia |
| 1980 | em Oxford, publica o cátodo de óxido de cobalto e lítio | Nobel Prize, informação popular |
| 1986 | vai para a Universidade do Texas em Austin | Nobel Prize, biografia |
| 2019 | Nobel de Química, aos 97 anos | Nobel Prize |
| 2023 | morre em Austin, em 25 de junho | Nobel Prize |
A bateria de íon-lítio em três etapas
| Etapa | Quem | O que fez |
|---|---|---|
| Começo dos anos 1970 | Stanley Whittingham | a primeira bateria de lítio que funcionava, com pouco mais de 2 volts |
| 1980 | John Goodenough | trocou o cátodo (o polo positivo) por óxido de cobalto e lítio e chegou a cerca de 4 volts, quase o dobro |
| 1985 | Akira Yoshino | tirou o lítio puro da bateria, o que a deixou mais segura |
| 1991 | uma grande empresa japonesa de eletrônicos | começou a vender as primeiras baterias de íon-lítio |
Fonte: Nobel Prize, informação popular. Como as baterias guardam energia está em sistemas de armazenamento de energia.
Outros trabalhos
Em Austin, o grupo dele mostrou, com Akshaya Padhi, que o lítio pode entrar e sair do fosfato de ferro e lítio, outro material de cátodo. Em Oxford, Michael Thackeray trabalhou com ele num cátodo de manganês, mais barato que o de cobalto, em 1981 (Nobel Prize, biografia).
Você sabia?
Antes das baterias, no Laboratório Lincoln, do MIT, Goodenough ajudou a desenvolver núcleos magnéticos de cerâmica usados na memória dos primeiros computadores, nos anos 1950 (Nobel Prize, biografia).
Termos vizinhos
- Sistemas de armazenamento de energia (link).
- carros elétricos (link).
- Energia renovável (link).
Resumo: principais perguntas e respostas
Um físico americano (1922-2023), nascido na Alemanha, professor da Universidade do Texas em Austin.
Em 1980, em Oxford, publicou o cátodo de óxido de cobalto e lítio, que levou a bateria de lítio a cerca de 4 volts.
Não. O Nobel de 2019 foi dividido com Stanley Whittingham, que fez a primeira bateria de lítio, e Akira Yoshino, que tirou o lítio puro da bateria em 1985.
Em 1991, vendidas por uma grande empresa japonesa de eletrônicos.
97 anos; morreu em 2023, aos 100.
Fontes
- Nobel Prize. John B. Goodenough, facts; biographical.
- Nobel Prize. The Nobel Prize in Chemistry 2019, popular information.
- Japan Prize Foundation. 2001 Japan Prize laureates.
Impresso de https://123ecos.com.br/docs/john-bannister-goodenough/ · Atualizado em 29/10/2026 · 123 Ecos

