Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba: as nascentes do Rio Grande (SP)

Atualizado em: 28/10/2026 · Nível de leitura: Ensino Médio

Vale coberto de mata com um rio entre grandes pedras, no Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba
Vale com rio e pedras no Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba, em Santo André (SP). Foto: Rafael Cristo Watanabe, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons.

O Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba é uma área protegida de Mata Atlântica em volta da vila de Paranapiacaba, em Santo André, em São Paulo. Foi criado pelo Decreto Municipal 14.937, de 5 de junho de 2003, e é administrado pela Prefeitura de Santo André, segundo o CNUC.

FichaDados
NomeParque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba
Categoriaparque natural municipal (proteção integral)
AdministraçãoPrefeitura de Santo André (Secretaria de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense, segundo o CNUC)
Estado e municípioSão Paulo; Santo André
BiomaMata Atlântica
Área426 hectares no decreto; 450 hectares calculados pelo CNUC; cerca de 4 milhões de m² (400 hectares), segundo o ABC do ABC (2013)
CriaçãoDecreto Municipal 14.937, de 5 de junho de 2003
Plano de manejo e conselhoPlano de manejo: sim; conselho: não, segundo o CNUC (julho de 2026)

Os dados do quadro vêm do Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC), dos atos de criação e da prefeitura.

Onde fica #

O parque fica em volta da vila de Paranapiacaba, em Santo André, e tem o nome das nascentes do Rio Grande, o principal formador da represa Billings, segundo o ABC do ABC (2013). Perto dele fica o Parque Estadual da Serra do Mar, cuja gestora, a Fundação Florestal, também credencia os monitores que guiam as trilhas, segundo o Diário do Grande ABC (junho de 2026). O CNUC o registra dentro da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo.

O que protege #

O parque protege a Mata Atlântica e as nascentes em volta da vila. Antes dele, a área sofria com acampamentos irregulares, lixo, caça, retirada de plantas e visitas sem controle, segundo o Diário do Grande ABC (2026). Hoje a visita é feita em seis trilhas monitoradas, com cerca de cinco quilômetros no total, guiadas por cerca de 40 monitores ambientais que moram na vila e na região. As fontes abertas consultadas não trazem lista de plantas ou animais do parque.

Você sabia?

Em 2013, o parque ficou entre os seis finalistas da categoria Patrimônio Material do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan, e foi o único parque de São Paulo indicado, segundo o ABC do ABC.

Como foi criado #

O Decreto Municipal 14.937, de 5 de junho de 2003, criou o parque, segundo o CNUC, que registra plano de manejo e não registra conselho (julho de 2026). Nos primeiros dez anos, o parque recebeu cerca de 170 mil visitantes, segundo o ABC do ABC (2013). Em junho de 2026, a prefeitura alertou para os riscos das trilhas ilegais na região e pediu que os visitantes usem só as trilhas autorizadas, segundo o Diário do Grande ABC. Na planilha do CNUC de julho de 2026, que lista 344 parques municipais no Brasil, o parque é o terceiro maior parque municipal de São Paulo, depois do Pedroso e do Trabiju.

Pela Lei 9.985/2000, um parque criado por um município se chama parque natural municipal e segue as mesmas regras dos parques nacionais: só são permitidas a pesquisa científica, a educação ambiental, a recreação e o turismo ecológico, conforme o plano de manejo. Os outros parques do estado estão em Parques naturais de São Paulo.

Resumo: principais perguntas e respostas #

Onde fica o parque natural municipal Nascentes de Paranapiacaba?

Em volta da vila de Paranapiacaba, em Santo André, em São Paulo.

Por que o parque se chama Nascentes?

Porque protege as nascentes do Rio Grande, que forma a represa Billings.

Como é a visita?

Em seis trilhas monitoradas, com cerca de 5 km no total e monitores da região.

Qual é a área do parque?

450 hectares, segundo o CNUC.

Quando o parque foi criado?

Em 5 de junho de 2003.

Fontes #

Pastas Ecopédia

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